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domingo, junho 18, 2017

A bela vida

As reações são instantâneas e na velocidade terabyte. 

Meu artigo sobre as Vertentes Epistemológicas do Direito foi publicado em circuito estadual pelo Grupo Advogacia & Justiça, hoje pela manhã. O grupo é liderado, em nível estadual, pelo Jurista João Francisco Rogowiski, de Porto Alegre/RS. 

Meu prezado amigo, Médico Franklin Cunha, da Academia Rio-Grandense de Letras, pegou um sarcasmo meu e ampliou-o:

“no Programa Pampa Atualidade, Gerd Bornhein foi apresentado como "grande filósofo alemão”. 

E eu que mateava quase todos os dias com Gerd em seu JK da avenida Independência e que quando íamos a Caxias sua terra natal, bebíamos do bom vinho e comíamos a saborosa polenta “brustolada “, eu, jamais desconfiei nem ele me disse que era alemão, nem sotaque tinha.Mas que eram um grande filósofo, isto ele era.

Parabéns efusivos sobre suas claras e oportunas  definições sobre a dialética.

Obrigado

Franklin Cunha
Médico


E nosso querido amigo Dr. Ruy Gessinger, diariamente, segue a nos brindar com reflexões e apelos à Vida, pelo lado belo do amor, da paisagem e do culto ancestral. Sempre que ligo meu whatts, pela manhã, defronto-me com suas belas narrativas da Alemanha e seu reencontro com raízes, vínculos afetivos e curtição extremada do amor.
Flores e Jardins em Baden-Baden, na Alemanha
Um dos mais lindos exemplos que presencio em minha vida é o amor que une o Kamarada Ruy e sua esposa, a doce Maristela Genro Gessinger. Casal perfeito, que vive uma harmonia e uma síntese permanente. Um conto de amor, integração e vivência afetiva. Algo raro num mundo líquido (com o perdão antecipado a Zymunt Bauman) e supérfluo dos dias atuais. 

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Embora sozinho e isolado, curando-me de uma gripe, fico imensamente feliz pelas amizades fraternas, pelo carinho dos amigos e pela interação que a telemática nos propicia. Trato-me em casa mesmo, não gosto de ambientes hospitalares, mas conto com duas médicas buzinando nos meus ouvidos sobre os cuidados necessários e mil recomendações. Não bastasse, uma filha de um casal de médicos recomenda-me trocar os lençóis, arrejar a casa e deleitar-me em braços femininos, pois aí está a cura da gripe, que, segundo ela, é apenas falta de afeto. Curiosamente, a tese dela bate com o Dr. Ruy Gessinger. Que maldade comigo. Mas entendo meus amigos e amigas. Entendo o que eles querem dizer. 



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